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Alchemilla vulgaris

O nome alquemila em árabe significa alquimista, devido a influência que acreditava-se que essa planta tinha.

Descrição : Planta da família das Rosaceae, também conhecida como pé-de-leão e alquemila.

Planta com meio metro de altura, com folhas grandes, redondas, que possuem de sete a nove lóbulos, são finamente dentadas.

Pequenas flores estrelares formam as panículas.

Seu nome deriva de palavra árabe alkemelych, que significa alquimísta, porque os alquimistas acreditavam que as gotas de orvalho em formato de diamante que se prendem às folhas sanfonadas da alquemila armazenavam alguma sutil influência benigna da planta, usando-as em muitas poções místicas.

Parte utilizada: parte aérea.

Conservação : Deve ser colhida e seca depois de desabrochar plenamente.

A raiz pode ser seca ou fresca.

Plantio : É encontrada nos campos, pode ser cultivada no jardim.

Aceita tanto o sol como a sombra.

Princípios Ativos: ácidos palmítico e esteárico, ácido salicílico, flavonoides, fitosterol, saponosídeos, taninos gálicos e elágicos.

Propriedades medicinais: tônica, adstringente (antidiarreico, hemostático, cicatrizante-reepitelizante), bactericida; refrescante, antipirético, analgésico, diurético, cicatrizante, regulador da circulação (venotônico, vasoprotetor), antiesclerótico.

Indicações: afecções urinárias (cistite, ureterite, uretrite, oligúria, urolitíase), anexite, aumentar a resistência capilar, conjuntivite, contusões, dermatite, diabete, diarreia, dismenorreia, dor de cabeça (por má digestão), edemas, eritema, estria, faringite, febrites, feridas, gota, gripe, hemorróidas, hidropisia abdominal, hiperazotemia, hiperuricemia, hipertensão arterial, melhorar a elasticidade das veias, metrorragias, parodontopatias, prurido, reduzir a permeabilidade capilar, resfriado, ulceração dérmica, ulceração corneana, úlcera varicosa, varizes, vulvovaginite.

Contraindicações/cuidados: gastrite, úlcera gastroduodenal.

Os taninos podem irritar a mucosa digestiva.

Para diminuir este risco associar a drogas demulcentes, como o malvaisco; Hipertensão, cardiopatia e insuficiência renal, só sob prescrição e controle médico, ante o perigo de produzir uma descompensação tensional.

Pode causar irritação de mucosas e hipotensão.

Alquiemila

Modo de usar:

Uso interno:

- infusão por 20 minutos, 50 g de folhas de alquemila em um litro de água fervente.

Tomar duas ou três xícaras por dia: anexite;

- Infusão de 50 g de folhas de alquemila em um litro de água fervente, deixando repousar por 25 minutos.

Tomar duas ou três xícaras por dia: dismenorreia;

- infusão de 60 g de folhas de alquemila em um litro de água fervente por 20 minutos.

Tomar três xícaras por dia: dor de cabeça (provocada por má digestão), hidropisia abdominal; Obs..: dê preferência quando for fazer uso interno, por fazê-lo antes das refeições.

Uso externo: compressas, lavagens, colutórios, gargarejos, irrigações vaginais;

- Infusão de 60 g de folhas de alquemila em meio litro de água fervente.

O líquido morno em compressas e lavagens, várias vezes ao dia.

Evita inflamação causada por contusões e pancadas;

- decocção de 80 g de folhas de alquemila em um litro de água, ferver por dez minutos.

Empregar o líquido em compressas e lavagens: úlcera varico


Dieta  de 21 dias