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AMÊNDOA AMARGA

Amygdalus communis

Erva que faz parte de um dos tratamentos alternativos para o câncer, muito conhecida pela seu fruto amargo que é na verdade uma semente.

Descrição : Planta da família das Rosaceae, também conhecida como Amendoeira, Amêndoa-de-coco, Amêndoa-durázio, Amêndoa-molar.

Árvore frutífera com flores cor-de-rosa e frutos alongados, de cor verde acinzentado, dos quais se consome a semente (amêndoa).

Apesar de o termo amêndoa se referir ao fruto da amendoeira , usualmente ele também é referido a sua semente, ou mesmo às sementes de outras variedades de amendoeiras. De tais sementes, são extraídos óleos e essências possuidores de propriedades medicinais e muito utilizados na indústria de cosméticos e na produção do licor amaretto.

Origem : África e da Mesopotâmia, a amendoeira foi trazida ao Brasil pelos europeus.

Parte utilizada : Óleo das sementes.

Propriedades medicinais: Antiespasmódica, antifebril, anti-inflamatório digestivo e urinário, antitussígeno, laxante leve, peitoral.

Indicações: doenças do estômago e do aparelho urinário, tosse, bronquites, hemoptises, cálculos, catarros vesicais, gonorreias, litíase; Afecções do estômago.

O derivado da amêndoa laetrila amigdalina tem sido usado com um tratamento alternativo para o câncer, porém não existe nenhuma evidencia clínica que apoie este uso. Sendo que a laetrila amigdalina foi banida para o tratamento de câncer pelo FDA nos Estados Unidos e na Europa.

Um mistura com óleo de amêndoa é usado no tratamento de prolapso retal infantil.

O óleo de amêndoa também age como base para outros óleos essenciais em massagens terapêuticas.

Contraindicações/cuidados: Muito tóxica , a dose letal para adulto é de 20 amêndoas e para crianças é de 10 amêndoas; Muito cuidado ou até mesmo evitar preparações com a amêndoa amarga, pois podem sofre mudanças químicas rapidamente, dando origem a ácido cianídrico, logo não é seguro a preparação caseira com amêndoas amargas (assim como com amêndoas de pêssego, cereja), principalmente se na mistura entrar água e não for usado imediatamente; A amigdalina em contato com saliva, por meio de emulsão de enzima, se torna ácido cianídrico, um veneno forte.

Sintomas da intoxicação: sufocação, respiração difícil, vômitos, vertigem, aceleração cardíaca, desarranjo respiratório e morte.

Efeitos colaterais: Reações adversas, similares àquelas de envenenamento por cianureto, foram relatadas.

Modo de usar:

- leite de amêndoas: remover a pele externa da fruta e diluir em um litro de leite 30 gr. de amêndoas trituradas com 20 gr. de açúcar. Coar e beber 2 xícaras por dia;

- 6 ml de azeite de amêndoas, trituradas sem pele, 2 vezes ao dia: febre, tosse, despeitorante.

Posologia: Não se aconselha o uso de preparações caseiras (assim como de outras sementes de Rosaceae como pêssego, cereja, damasco).

As preparações com amêndoas amargas sofrem alterações químicas rapidamente, especialmente em contato com a água. A amigdalina se transforma em ácido cianídrico em contato com as enzimas da saliva.

Amendoa Amarga



Taxinomia do gênero :

- Amygdalus amara Duhamel;
- Amygdalus communis L.;
- Amygdalus communis var. amara (Duhamel) DC.;
- Amygdalus communis var. dulcis (Mill.) Borkh. ex DC.;
- Amygdalus communis var. fragilis (Borkh.) Ser.;
- Amygdalus dulcis Mill.;
- Amygdalus fragilis Borkh.;
- Amygdalus sativa Mill.;
- Prunus amygdalus var. amara (Duhamel) Focke;
- Prunus amygdalus var. dulcis (Mill.) Koehne;
- Prunus amygdalus var. fragilis (Borkh.) Focke;
- Prunus amygdalus var. sativa (Mill.) Focke;
- Prunus communis (L.) Fritsch;
- Prunus communis (L.) Arcang.;
- Prunus communis var. dulcis (Mill.) Borkh.;
- Prunus communis var. fragilis (Borkh.) Focke;
- Prunus communis var. sativa (Mill.) Focke;
- Prunus dulcis (Mill.) D.A. Webb;
- Prunus dulcis var. amara (Duhamel) H.L. Moore;

Dieta  de 21 dias