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AROEIRA BRAVA PRODUZ ALERGIA

Lithraea molleoides

Árvore ornamental e altamente tóxica, possui diversos princípios ativos nocivos a pele humana, seu uso não é recomendado.

Descrição : Planta da família das Anacardiaceae, também conhecida como pau-de-bugre, coração-de-bugre, aroeirinha preta, aroeira-do-mato, aroeira-brava.

Principios Ativos: Os conhecidos são os óleos voláteis, felandreno, carvacrol e pineno.

Indicações : Trata-se de uma planta ornamental e muiot tóxica, porêm existem alguns usos medicinais em condições controladas, sendo que faz parte das 89 plantas contidas no anexo da RDC ANVISA n. 10/2010.

O Departamento de Fisiologia e Farmacologia da UFC confirmou o potencial cicatrizante e anti-inlfamatório dessa planta e obteve uma patente registrada sobre o PI 9805478-3 junto ao INPI, com isso o uso fitoterápico obteve o amparo ciêntífico, no fábrico de pomadas ginecológicas.

Principios Ativos: adstringente, balsâmica, diurética, emenagoga, purgativa, estomáquica, tônica e vulnerária.

Parte tóxica : Todas as partes da planta.

Modo de Usar : Não use para tratamento de doenças por sua conta, procure ajuda especializada.

Toxicologia : O contato ou possivelmente, a proximidade provoca reação dérmica local (bolhas, vermelhidão e coceira), que persiste por vários dias; a ingestão pode provocar manifestações gastrointestinais. As lezões dependem do funcionamento ou da prévia sensibilização do sistema imunológico da pessoa.

Aroeira Brava

Origem: É um planta origiária da América do Sul, habita a costa tropical, principalemente no nordeste.

Referência:

CAVALCANTI, Rogério. Fitodontologia - 1. Edição, Rio Branco/AC, Clube dos Autores, 2013. Página 89.

CARVALHO, Paulo Ernani Ramalho., Espécies arbóreas brasileiras - Embrapa Informação Tecnológica, 2003.

LISBOA NETO, J. A. Avaliação dos efeitos cicatrizantes da aroeira e do mastruço em feridas de extração dental de ratos. Estudos Histológicos, São Paulo, 1988.


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